“O mundo real sempre há de fazer falta a quem está vivo.”
Encerramos esta edição com o escritor curitibano Luís Henrique Pellanda, em uma recentíssima entrevista à revista Cândido, refletindo (para variar) sobre a vida durante a pandemia.
Acostumado a flanar pelas ruas de Curitiba à procura de insumos para suas crônicas, Pellanda conta como tem feito literatura num mundo de isolamento, para aqueles que assim o podem. Ele passa os dias “espreitando sua época do alto de sua torre” – no caso dele, um apartamento a 13 andares do chão –, fazendo o que chama de “crônicas de exceção”.
Sim, o mundo nos faz falta. Esperamos que ele volte em sua plenitude em breve!
Uma ótima semana a você 🙂