Pra encerrar: em bom curitibanês

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“Eu via o tênis como a possibilidade de vencer. De melhorar a minha vida, a da minha família. Todo mundo fala de amor, paixão, mas para mim era muito forte a possibilidade […] de vencer na vida.”

Encerramos esta edição com a tenista Teliana Pereira, alagoana por nascimento e curitibana por adoção, que venceu dois WTA, disputou as Olimpíadas, ficou entre as 50 melhores tenistas do mundo — e anunciou sua aposentadoria na semana passada. (Globo Esporte)

A atleta começou como boleira de um clube de Curitiba, onde seu pai, o imigrante nordestino José Pereira, trabalhava. Sua história é, como disse Alexandre Cossenza, “a história de um mundo melhor”. (Saque e Voleio)

“É a história de um imigrante [José Pereira] que foi acolhido por outro imigrante – o francês Didier Rayon, que o empregou em uma academia de tênis em Curitiba -, e que também estabeleceu as bases para fazer da filha daquele nordestino a maior tenista brasileira dos últimos 30 anos.” 

O belo texto de Cossenza pode ser lido aqui (recomendamos!). E você pode acompanhar os próximos passos de Teliana, que quer ajudar outras tenistas a alavancar suas carreiras, pelo seu perfil no Twitter e no Instagram.

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