“Elle que não facilite com a Hespanhola porque aqui tem morrido muita gente, até sete num dia. O café e a cachaça é um veneno para a Hespanhola.”
As aspas de hoje são da curitibana Thereza Gabardo, direto do túnel do tempo: foram escritas em novembro de 1918, numa carta à sua filha Julia, compartilhada no Antigamente em Curitiba.
Moradora do Portão (é de onde ela assina a carta, aliás), Thereza recomenda à filha uma série de cuidados contra a doença: além do café e da cachaça, estão na lista um chá de “suador” com folha de laranja, “não apanhar vento nunca” e “comer uma sopinha de vez em quando, com pão torrado e caldo”.
Agradecemos a Chris Lavalle, trineta de Thereza, pela preciosidade que compartilhou!
Uma semana com muita sopinha e caldo para esquentar 🙂
Fiquemos em casa!