Quatro fatos sobre o coronavírus em Curitiba

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Seremos breves na tradicional nota sobre a pandemia do coronavírus — cujos números, como sempre, estão publicados no nosso Monitor COVID-19 Curitiba. Até esta segunda (3), eram 598 mortes e quase 21 mil casos confirmados.

Vamos em tópicos:

1 São sete os bairros campeões em casos de coronavírus em Curitiba: Batel, São Francisco, Alto da Glória, Alto da XV, Mossunguê, Hauer e Campo de Santana. Veja o mapa completo aqui.

2 Já se falarmos de mortes, o cenário é outro: os óbitos têm se concentrado em bairros como CIC, Cajuru, Boqueirão e Sítio Cercado, conforme mostra este mapa.

3 A letalidade do vírus em Curitiba, falando nisso, varia muito conforme a faixa etária: é quase nula até os 30 anos, começa a aumentar a partir daí e sobe exponencialmente após os 45 anos, chegando a 28% entre os infectados com mais de 80 anos. (Plural)

4 Por fim, vale dar uma lida nesta reportagem: desde a eclosão da epidemia na cidade, as mortes de negros em Curitiba aumentaram 65% em comparação a 2019; já as de brancos, apenas 1%. Mais um indicativo de como a epidemia pode estar afetando as populações da cidade de formas bastante diferentes — e desiguais. (Plural)

Curtas pandêmicas:

  • A prefeitura anunciou nesta segunda (3) um pacote econômico contra a pandemia. Tem liberação de alvará para empreendedores, garantia a empréstimos, suspensão de parcelas da Cohab e apoio a artistas. A oposição criticou o atraso da iniciativa, e acusou o programa de ser tímido e eleitoreiro. (Prefeitura e Bem Paraná)
  • Na semana que passou, a prefeitura chegou a confiscar anestésicos de distribuidoras e clínicas particulares, para atender às necessidades do SUS durante a pandemia. O medicamento está em falta no Paraná, e a apreensão está prevista em decreto municipal. (Plural e Banda B)
  • Serviço: ainda tem vacina da gripe de graça, para toda a população, nos postos de saúde de Curitiba. Clique aqui para ver quais postos estão abertos.
  • Pra finalizar, da série “notícias pra aquecer o coração”: alunos de uma creche pública do Alto Boqueirão receberam o “chá da saudade” e o “cheirinho do afeto” (uma almofadinha aromática para colocar perto do travesseiro) dos professores, para manter o vínculo em tempos de pandemia. (Prefeitura)

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