Pra terminar: em bom curitibanês

Ainda não recebe O Expressso?

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp

“Eu não sou polaco lá da Barreirinha / Sou crioulo forte da periferia / Eu acendi vela e lampião, luz pra Nossa Senhora / E na fundação miscigenada da vila / Amassei o barro lá nas Olarias”

A letra aí em cima é do poeta curitibano Adegmar da Silva, o Candiero, que reivindica neste “Batuque Curitibano” a presença negra na nossa tão falada “capital europeia” — uma falácia muito mais publicitária do que real.

O depoimento dele e de outros negros curitibanos está no recém-lançado Presença Negra em Curitiba, livro que reúne fotos e textos sobre a fundamental participação dos negros na vida intelectual, cultural e cotidiana da nossa cidade. É o compilado da exposição de mesmo nome, organizada pela Fundação Cultural de Curitiba entre 2018 e 2019.

Esse material valiosíssimo pode ser acessado na íntegra aqui.

Falando nisso: o Instituto Legado, aqui da terrinha, oferece bolsas de MBA para mulheres negras. Interessadas podem se candidatar até o dia 16 de agosto, neste link.

Quer receber mais notícias sobre personagens de Curitiba?

Outras notas