“Curitiba é minha pele. Não consigo me imaginar fora daqui: eu sempre brinco dizendo que é a cidade perfeita para quem escreve, porque não há nada a fazer.”
A frase de hoje é do escritor Cristóvão Tezza, catarinense de nascença, mas um dos nomes que mais representa Curitiba pelo Brasil e mundo afora — e que soube captar, com alguma galhofa, o espírito dessas terras de muito pinhão.
Tezza acaba de lançar seu novo romance, “A tensão superficial do tempo”. A obra, junto com seus dois últimos romances, forma uma espécie de “trilogia da tragédia brasileira contemporânea”, segundo esta reportagem recente do jornal O Globo, para o qual o autor concedeu entrevista.