Mudando um pouco de assunto: Curitiba foi uma das duas cidades brasileiras a figurarem no Global Startup Ecosystem Report, um relatório anual feito pela organização Startup Genome que aponta os principais centros de inovação do mundo.
Curitiba e seu “Pinhão Valley” aparecem entre os 100 “ecossistemas emergentes”, ao lado de cidades como Santiago do Chile, Praga, Abu Dhabi e Buenos Aires.
🎖️ A cidade se destacou no quesito ‘performance’, que indica o atual estado de efervescência do ecossistema (tirou nota 7, a segunda melhor em toda a América Latina). Por outro lado, patinou em todos os outros quesitos: ficou com nota 1 em talento, 1 em financiamento e 2 em alcance de mercado.
A outra cidade brasileira a figurar no ranking, claro, é São Paulo, que aparece em 30º lugar no rankings dos principais ecossistemas de startups do mundo.
Para saber mais: o relatório faz uma interessante análise da situação das startups pós-coronavírus, incluindo balanços sobre demissões, queda em investimentos e fluxo de caixa. A íntegra pode ser acessada aqui.
E uma curiosidade: no quesito ‘talento’ do relatório, quanto maior o salário de um engenheiro de software na cidade em questão… pior é a nota do ecossistema. A ideia do Startup Genome é destacar as cidades com maior potencial de investimento — e aí, quanto menor o custo, melhor para o investidor 🤷♀️