Curitiba rumo ao lockdown? 🛑

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Todo mundo já viu, mas não tem como deixar de falar: a epidemia do coronavírus se agravou em Curitiba na última semana. Tivemos um salto sem igual nos casos confirmados, mortes e suspeitas — a doença tem se espalhado como nunca pela cidade.

Houve dia em que foram mais de 200 novos casos! 😱 Dá uma olhada na curva de casos confirmados, que é atualizada diariamente no nosso Monitor COVID-19 Curitiba:

O maior salto foi no último dia 10: atualmente, temos 1.865 casos confirmados e 83 mortes pela COVID-19 em Curitiba


Esta reportagem do El País Brasil faz um bom resumo da ópera: a estratégia da cidade foi revista diante do aumento de casos; um novo protocolo de monitoramento da doença foi implementado; e, a partir desta semana, atividades em igrejas, academias, parques e comércio foram proibidas ou restritas.

🗣️ As novas proibições geraram protestos de comerciantes, donos de academias e bares, que foram até à casa do prefeito. (Banda B e CBN Curitiba) Muita gente questionou:

  • Por que não atuar na segurança dos ônibus, que ainda circulam com muita gente?
  • Por que os shoppings ficaram de fora das atuais restrições, se no decreto original estariam fechados com a bandeira laranja? (Plural)
  • E é válido proibir manifestações até a próxima semana? (Plural)

Outro lado: A prefeitura disse que os shoppings cumpriram regras de segurança e não estavam entre os locais que geraram mais aglomerações nas semanas passadas. Já os ônibus começaram a circular com novas restrições de ocupação – a ver se serão aplicadas pra valer. Sobre protestos, a prefeitura diz que quer evitar a propagação do vírus. Por fim, o Executivo também recebeu manifestantes e prometeu estudar nova regulamentação para academias. (El País Brasil, BandNews FM, Gazeta do Povo e Prefeitura de Curitiba)

Mais do que nunca: esta será uma semana crítica para o combate ao coronavírus em Curitiba, já alertaram médicos e especialistas. A ocupação de UTIs chegou ao nível máximo desde o início da pandemia. (Banda B e Plural)

🚩 Se os indicadores piorarem, podemos entrar na bandeira vermelha — isto é, lockdown total, com funcionamento apenas de serviços essenciais, como hospitais, farmácias e mercados.

Fica o velho recado: se puder, fique em casa!

Curtas da epidemia:

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