Se o colapso do sistema de saúde de Curitiba já está no radar, o colapso do sistema de transporte é quase realidade. No dia 10 de março (poucos dias antes dos primeiros decretos de isolamento social) eram 759,5 mil passageiros. Em abril este número cai para pouco mais de 200 mil (Plural).
A situação levou as empresas de transporte da capital a pedirem ajuda para a Prefeitura. O resultado: a Câmara aprovou um repasse emergencial de R$ 54 milhões para manter os serviços pelos próximos 3 meses (Plural). Para a concretização dos repasses, as empresas concordaram em operar sem lucro neste período e a incluir a diferença de custos atuais para a tarifa técnica do ano que vem.
Em entrevista, o prefeito diz que não é um subsídio, mas sim uma forma de assegurar o transporte público durante a pandemia (CBN Curitiba). Inclusive, desde a semana passada novas medidas estão sendo implantadas nos terminais da cidade. Os ônibus só podem deixar os terminais com até 50% de ocupação (Prefeitura).