Infelizmente, o cenário do coronavírus em Curitiba pode mudar nas próximas semanas, alertou a secretária municipal da Saúde:
🏃 “Estamos só no começo de uma corrida de longa distância”, disse a secretária Márcia Huçulak nesta segunda (6). “O trabalho para achatar a curva de transmissão do vírus vai ser feito ao longo de meses. Haverá períodos em que será necessário menos flexibilidade e mais restrições ao convívio, e outros com menos.”
🛍 O comércio da cidade, falando nisso, deve continuar de portas fechadas: por ora, a orientação da Associação Comercial de Curitiba, depois de muito debate, é “não reabrir” (Gazeta do Povo). O prefeito também diz que procura uma solução a respeito: “Eu sempre vou procurar o caminho do meio. É como uma guitarra: se apertar demais, a corda arrebenta; se deixar frouxo, não toca”. (BandNews Curitiba)
Por fim, alguns veículos levantaram, ao longo desta semana, questões importantes sobre a epidemia em Curitiba. A gente destaca:
- A possível subnotificação de casos de coronavírus no Paraná, tratada nesta reportagem que mostra que triplicou o número de internações por síndrome respiratória em março no estado (Plural);
- A preocupação com os profissionais de saúde nos hospitais da cidade, que podem virar ‘bombas biológicas‘: no Marcelino Champagnat, 20 funcionários estão com coronavírus (dois deles internados); no Hospital Pequeno Príncipe, são 12 casos confirmados entre os profissionais de saúde (Gazeta do Povo, G1 e Plural);
- O perfil dos infectados pela COVID-19 no Paraná: jovens e sem histórico de viagens (Gazeta do Povo).