Pra terminar: em bom curitibanês

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O tempo não me ajuda para pintar, nem a pau! Hoje parecia que o sol queria rasgar o véu de chumbo que encobria o céu. Mandei chamar o modelo e comecei a pintar. Meia hora depois, acabou-se a festa: escureceu de novo e começou a cair neve!

Até parece de Curitiba o relato de Alfredo Andersen, considerado o “pai da pintura paranaense”. Mas o cenário retratado nesta carta de 1928 é a Noruega, sua terra natal — onde ele nasceu em 3 de novembro de 1860, 159 anos atrás. Aqui em Curitiba, onde Andersen passou boa parte da vida, há uma casa-museu com o seu nome. Vale a visita.

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