O robô Laura, que ajuda a combater mortes por infecção hospitalar (e já é conhecido dos leitores d’O Expresso), virou nesta semana o Instituto Laura Fressatto.
A ideia é levar o robô a hospitais públicos e filantrópicos, com investimentos subsidiados pelo instituto e apoiados por investidores.
Atualmente, o Robô Laura está em uso em 13 hospitais, e já identificou e preveniu cerca de 12 mil casos de sepse nos últimos três anos. A meta é chegar a cem hospitais no próximo ano.
Saiba mais: o robô Laura surgiu após a perda de um pai, Jacsson Fressatto, cuja filha recém-nascida morreu de sepse em 2010. A gente contou mais sobre essa história aqui.